Plugin sem suporte
O gateway lançou nova versão da API e o plugin ainda não foi atualizado.
Desenvolvimento de integração via API entre seu sistema, e-commerce ou aplicativo e os principais gateways de pagamento do mercado brasileiro — via API, sem depender de plugins genéricos.
A maioria dos e-commerces começa com um plugin de gateway instalado em cinco minutos. Funciona. Até o momento em que não funciona mais.
A plataforma atualiza e o plugin para de funcionar. O gateway muda um endpoint e a transação começa a falhar silenciosamente. Você precisa de um fluxo que o plugin não suporta. Ou simplesmente: você não usa uma plataforma convencional.
Uma integração personalizada via API resolve exatamente esses cenários. Você controla o fluxo, o tratamento de erros, a lógica de negócio e a comunicação entre sistemas — sem depender de um terceiro para liberar uma atualização.
O gateway lançou nova versão da API e o plugin ainda não foi atualizado.
Você opera num sistema próprio, ERP ou plataforma de nicho sem módulo disponível.
O checkout hospedado do gateway não se adapta ao seu design ou fluxo de compra.
O pagamento acontece, mas o ERP, o estoque e o CRM não ficam sabendo automaticamente.
Você precisa aceitar cartão, Pix e boleto de gateways diferentes dentro do mesmo checkout.
Você tem múltiplos vendedores e precisa dividir os valores automaticamente na transação.
Entender o mecanismo ajuda a dimensionar o projeto corretamente.
O sistema se identifica na API do gateway com credenciais seguras — chaves de API, tokens OAuth ou certificados, dependendo do gateway.
O backend envia os dados da transação — valor, método, dados do cartão ou Pix — para o endpoint correto da API.
O gateway processa junto à adquirente, bandeira e banco emissor. Responde com aprovação, recusa ou solicitação de autenticação adicional.
A resposta imediata é complementada por webhooks — notificações assíncronas que informam mudanças de status da transação ao longo do tempo.
Com base no status recebido, o sistema dispara as ações correspondentes: liberar pedido, atualizar estoque, emitir NF, notificar o cliente.
Cada gateway tem suas particularidades. Por isso o processo começa sempre pelo estudo da documentação e do cenário específico do projeto.
Conversar sobre o projetoCada gateway tem arquitetura, API e particularidades próprias. As páginas abaixo detalham o que envolve cada integração.
Gateway do Itaú com ampla cobertura em débito, crédito e parcelamento. Muito utilizado em e-commerces de médio e grande porte.
Uma das maiores processadoras do Brasil, com APIs robustas para e-commerce, checkout transparente e antifraude integrado.
Gateway com foco em performance e documentação técnica detalhada. Boa opção para fintechs, marketplaces e plataformas próprias.
Solução do PagSeguro com checkout transparente, pagamento via Pix e boa capilaridade para negócios de todos os portes.
Gateway com ampla adoção e SDKs para múltiplas linguagens. Inclui Pix, boleto, cartão e opções de parcelamento sem juros.
Gateway focado em cobranças recorrentes, régua de cobrança automatizada, Pix, boleto e cartão com API orientada a SaaS e empresas com alto volume de clientes.
Sua plataforma não oferece integração oficial com o gateway que você precisa. O desenvolvimento cria um módulo que conecta os dois sistemas de forma transparente para o usuário final.
Sua empresa usa um sistema desenvolvido internamente ou um ERP que não possui integração de pagamento. A API do gateway é conectada ao backend existente via endpoints dedicados.
Você quer controle total sobre a experiência de checkout — campos, etapas, design. A integração direta com a API do gateway elimina a dependência de um checkout hospedado externo.
Operações com múltiplos vendedores exigem split de pagamento — a divisão automática do valor recebido entre os participantes da transação. Nem todos os gateways suportam isso nativamente.
Entendimento da plataforma atual, linguagem do backend, banco de dados e fluxo de compra existente.
Quais meios de pagamento, quais fluxos, parcelamento, split, reembolso — tudo mapeado antes de codar uma linha.
Definição de como a API do gateway se conecta ao sistema, como os webhooks serão recebidos e como os status de transação serão tratados.
Desenvolvimento com testes no ambiente de homologação do gateway antes de qualquer transação real.
Bateria de testes com cenários de aprovação, recusa, timeout, estorno e tratamento de erros.
Deploy com monitoramento inicial para garantir que os primeiros pagamentos reais fluem corretamente.
É o desenvolvimento que conecta seu sistema, e-commerce ou aplicativo à infraestrutura de um gateway de pagamento via API. Isso permite processar cobranças, receber retornos de transação e automatizar fluxos financeiros diretamente dentro do seu sistema.
Quando sua plataforma não possui plugin oficial, quando o plugin existente não atende ao fluxo de negócio, quando você opera com sistema próprio ou ERP, quando precisa de um checkout personalizado, ou quando a integração precisa se comunicar com outros sistemas internos.
Trabalho com Rede, Cielo, Stone, PagBank e Mercado Pago. Para cada gateway o processo considera as particularidades da API, os ambientes de homologação e produção, e o fluxo de retorno de transações.
Sim. Para plataformas abertas como WooCommerce e OpenCart o desenvolvimento pode ser feito na forma de um módulo ou plugin customizado. Para Magento e outras plataformas enterprise, o processo depende da versão e da arquitetura existente.
Sim. Sistemas próprios e ERPs são um dos cenários mais comuns. A integração é feita via API do gateway e conectada ao backend do sistema, com tratamento de webhooks para receber notificações de pagamento e atualizar o status das transações automaticamente.
Depende da complexidade. Uma integração básica com homologação e testes pode ser concluída em algumas semanas. Projetos com fluxos mais complexos, múltiplos meios de pagamento ou integração com sistemas legados podem levar mais tempo.
Sim. Mudanças na API do gateway, atualizações de plataforma e ajustes no fluxo de negócio são situações que eventualmente exigem manutenção. Posso cobrir isso dentro de um contrato de suporte contínuo.
O ambiente de sandbox simula transações reais sem movimentar dinheiro — é onde todo o desenvolvimento e os testes acontecem. Só depois de tudo validado a integração é migrada para produção, onde as transações são reais.
O primeiro passo é entender o cenário atual — plataforma, backend, fluxo de negócio e qual gateway faz mais sentido para o seu caso. Sem compromisso.